Patarecas

Patarecas todos os dias, coquetes e sempre com quá quá a dizer/”quaquar” sobre tudo e sobre todas. E… todos! Quack! O resto é conversa… quá quá quá quá quá!

Uiii… o jeito que isto dava!

Setembro16

Em tempo de crise, finalmente alguém decidiu atribui prémios que realmente valem a pena!
Agora falta saber se os porcos são vivos e temos depois de os criar no jardim ou se já chegam “prontos a comer”, que é como quem diz… prontos a meter as bifanas e as costoletas na friza!
Mas gostei! Toca a comprar produtos de churrasco para ver se temos prémio! Ou porco!

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Música do dia

Setembro14

Hoje acordei com esta música a cabeça! :)
Há músicas que nos marcam… há músicas que ficam para sempre associadas a certas pessoas ou a certos momentos…
Há músicas que quando ouvimos ou ficamos tristes e só nos apetece chorar ou nos fazem rir e só nos apetece dançar…
Ainda me lembro da música que associava a um namorado do secundário… o “always” dos Bon Jovi vai estar sempre associado àquele rapaz cuja cara já nem me lembro bem mas que cantou comigo aquela música até não podermos mais…
Ainda me lembro da música que marcou o primeiro ano da universidade e que passava todos os dias na discoteca mais badalada lá do sítio…
Ainda me lembro da música com que chorei de alegria quando me aconteceu “aquela” coisa boa…
Ainda me lembro quando parecia que tudo ia acabar e a música que ouvi diariamente em repeat…
Ainda me lembro da música que ouvi logo a seguir a tudo de bom ter acontecido…
Ainda me lembro da música que marcou uma das despedidas mais difíceis de fazer por nunca mais ver essa pessoa…
Ainda me lembro da música que acho que melhor identificava um momento por que estava a passar recentemente…
Ainda me lembro de ter ouvido esta música, de olhar para o lado e pensar “I really could use someone like you… now!”…
Ainda me lembro que cada vez que oiço esta música só consigo sorrir e pensar que realmente as pessoas aparecem quando menos esperamos… seja por as “could use” ou não…
Realmente há músicas que ficam para sempre associadas a pessoas e a situações! :D

 

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Post it #25

Setembro13

Uii!
E a trabalheira que dá mudar passwords de tudo quanto é sites?!?
E o trabalhão que é mudar códigos de acesso a multibancos e afins?!?
E o quanto eu não aguento ter de mudar certas coisas com que estava tão familiarizada?!?
E o quanto é desgastante pôr coisas para o lixo?!?
E o quanto me alegra vender certas coisas?!?
E o quanto fico contente enquanto me desfaço de certos “ocupa-espaços”?!?
E o quanto me dá para dançar quando me ponho a partir coisas?!?
E o que me dá gozo pegar fogo a certos itens?!?
E o quanto eu gosto de me divertir com isto tudo?!?
E o quanto eu gosto de ir jantar fora com os amigos para comemorar?!?
Ai… a trabalheira que isto dá!! :D

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Os meus, os teus e os nossos!

Setembro12

Falo de filhos!
A mim nunca me chocou que um namorado meu tivesse filhos de uma anterior relação. Faz parte da “bagagem” e como as pessoas não vão para novas, acho normal que já tenham tido outras relações e outras experiências e que isso implique ter filhos.
Assim como acho que se tivesse filhos escolheria (obviamente) alguém que não se importasse com essa “bagagem” e, mesmo que tivesse a sua “bagagem”, não se importasse de juntar as duas “bagagens” e ter novas “bagagens” juntos!
Acho que isso é o normal e cada vez mais, com as inconstâncias da vida, me parece normal que assim seja!
As pessoas quando gostam querem ter descendência… querem ver na cara dos filhos, a cara chapada dos progenitores (nem que seja por uma vingançazinha macabra que se tudo acabar, a outra metade vai ter de se lembrar todo o santo dia que aquela criança é filha do fulano que a abandonou no altar, ou que aquela criança é fruto de uma relação que acabou por ter sido traído)…
A mim, como já disse, não me choca nada que já haja descendência de ambas as partes, que se juntem e vivam em harmonia nas férias ou nos fins-de-semana e que um dia o casal crie a sua própria descendência juntos!
No entanto, no outro dia estava à conversa com um amigo meu que me diz que “nem pensar!”
Fico perplexa e tento aprofundar mais a questão… diz-me ele (rapaz que tem a custódia total de uma criança – por questões que agora não interessa nada!) que é incapaz de ter uma relação com uma mulher que já tenha filhos!
O choque! A perplexidade! O-quase-tabefe-naquelas-trombas-de-atrasado-mental!
Fiquei a pensar naquilo e perguntei novamente: “mas porquê?”
Diz ele então que sabe como trata do seu filho e sabe como ele é tratado quando está sob a sua supervisão ou com alguém de confiança com quem ele o deixa. Mas que não sabe como a criança seria tratada por uma mulher que já tem filhos. Ou seja, o seu filho seria sempre preterido em relação às crianças que se juntariam lá em casa! “Sim” – diz ele – “porque as mulheres geralmente e salvo casos como o meu, ficam sempre com as crianças! Portanto se fossemos viver juntos os filhos dela iriam também. Não é como os pais de fim-de-semana em que as crianças passam dois dias e umas férias com os pais! Seria todos os dias!”
Vira-se ele e acrescenta que, além disso, vinham as despesas inerentes às crianças que iriam entrar na nova vida! “Eu agora pago o colégio de um miúdo, se me juntasse a alguém com dois filhos teria de pagar colégio de 3 miúdos!”
Tento rebater e acrescento que se a mulher se consegue arranjar estando separada/divorciada/viúva com duas crianças e mantê-los no colégio é porque também se consegue desenrascar se se juntasse a ele. Aposto que ele nem teria de ajudar nas despesas porque é para isso que servem as “outras metades” dos casamentos desfeitos…
Ele continua na sua e diz que não é bem assim, porque acabaria sempre tudo por cair nas costas deles enquanto casal. E que além disso, depois poderiam vir os filhos deles juntos e aí “seria uma grande confusão e eu quero dar toda a minha atenção ao meu filho!”
Continuei sem perceber e pergunto: “mas estás a falar a sério? E se a mulher da tua vida, por acaso, for uma mulher que já tem três filhos de uma anterior relação? Vais deixar o amor da tua vida escapar-te só porque tem filhos?”
Ele responde: “Claro que sim! Até porque o amor da minha vida é o meu filho! E isso do amor eterno e das princesas e de príncipes encantados já não existe! Além disso, as mulheres vão e vêem!”
Posto isto, não tive reacção e tive de concordar um pouco com ele… e calei-me.
Mas continuo a pensar que não me faz diferença essa história dos meus, dos teus e dos nossos! (Claro que se for um homem que já tenha dez filhos de anteriores relações… acho que nem sequer olho para ele também! lol)

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Oh yeah!

Setembro9

(Roubei à Nessi, espero que não se importe!)

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Uma notícia realmente interessante

Setembro8

Or not!
Realmente ser conhecida como a mulher que tem os maiore seis naturais do mundo… deve ser uma coisa absolutamente fabulosa! Até dá direito a entrar no Guiness e tudo!
Claro que tinha de ser uma americana! E claro que isso é uma notícia interessantísima, quanto mais não seja para olhar em direcção ao umbigo e dizer “e eu que pensava que vocês eram grandes!”
Portanto… há sempre alguém que está pior do que nós. Temos é sempre de ver esse lado “positivo”!

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Música do dia

Setembro7

Só porque hoje parece novamente Verão… e esta música me lembra o Verão! E doces! E chupa-chupas! E rebuçados! E… OMG que agora me apetece empanturrar de doces pá!

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True story! :)

Setembro7

By: icanread

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Dizem que faz bem à alma

Setembro5

Ainda me lembro da minha primeira viagem sozinha! Não foi propriamente sozinha, mas sem supervisão de um adulto. Foi no meu último ano de liceu e foi uma espécie de “prémio de consolação” por não, afinal, não haver viagem de finalistas para ninguém! E foram as nossas “springbreak”!
Eu era muito “certinha”, muito “ai-meu-Deus-se-alguém-descobre”, muito acobardada, enfim tinha “cagufa” que alguém descobrisse. Mas a minha melhor amiga dos tempos de liceu, a S., estava decidida. Íamos passar 4 dias para Braga!
Íamos dizer aos nossos pais que íamos a uma viagem de estudo, ou a uma coisa qualquer da escola, e íamos ficar 4 dias inteirinhos sem supervisão! A “curtir a vida”!
Na altura a internet era coisa que não se via e muito menos andar com essa coisa no telemóvel (que na altura era para receber e fazer chamadas, que nem as SMS estavam na moda!). Portanto decidimos partir à descoberta de Braga sem quase sabermos onde ficava aquela que era a “cidade mais jovem de Portugal” (e que nem sei se continua a ser ainda), nem sequer pensarmos que nos poderia acontecer algo de grave, nem sequer pensarmos o que havia para fazer em Braga!
A S., sempre muito desenrascada (Graças a Deus!), lá orientou uma estratégia para contarmos aos pais. Eu iria com ela e com os pais e irmão passar uns dias a Braga e ela iria comigo, com os meus pais e irmão passar uns dias a Braga! (O que agora penso que foi uma tolice porque os nossos pais conheciam-se e bastava encontrarem-se um dia por acaso e o plano magnífico teria ido por água abaixo! Mas com 15/16 anos uma pessoa quer é curtir a vida e nem sequer pensa nisso! E foi uma estupidez porque podia ter acontecido algo de grave a duas miúdas sozinhas numa cidade estranha!)
Tudo pensado e arquitectado lá fomos comprar o bilhete de autocarro e seguimos viagem!
Não me lembro quanto tempo demorou a viagem, só me lembro que foram risinhos e gargalhadas e piadas e expectativas e tudo o mais, durante o tempo todo que andámos no autocarro. Ficámos na Pousada da Juventude, que o dinheiro era curto até para uma residencial!
Andámos a passear, a tentar conhecer a cidade, a perguntar informações e localizações a quem passava… conhecemos moços universitários que (na nossa inocência) achámos “lindos de morrer” mas com quem não seguimos para beber um copo. Enfim, apesar de tudo até fomos bem “certinhas” e comedidas!
Mas nunca me hei-de esquecer de um bar onde fomos (sem supervisão de um adulto) e que me marcou até hoje. (Volto a lembrar que era muito “certinha”, muito “ai-meu-Deus-se-alguém-descobre”, muito acobardada, enfim tinha “cagufa” que alguém descobrisse).
A minha amiga S. tinha ouvido alguém dizer que alguém tinha dito que havia um bar muito fashion e “in” em Braga e que tinhamos de visitar! Andámos por ruelas e por ruazinhas estreitas com pouca iluminação, mas lá descobrimos o sítio. O “sardinha biba”! Nem sei se ainda existe ou não. Lembrou-me que achei aquilo espectacular, muito fashion e cheio de gente gira! Mas o que mais me marcou, foram as projecções nas paredes.
Ali, no “sardinha biba” em Braga, eu e a S., sozinhas sem supervisão de um adulto, estávamos a olhar para a parede e a ficar um pouco envergonhadas e coradas e a desatar a rir às gargalhadas. É que estavam a passar fotografias eróticas nas paredes!
Assim que aquilo começou, pensámos seriamente que estaríamos no lugar errado e num sítio pouco apropriado a meninas de 15/16 anos! Mas depois, achámos normal! Tinha grente “normal” ali, portanto seria seguro! Ainda me lembro do quanto nos rimos à conta daquelas projecções e de pensarmos que realmente só quem faz viagens sem adultos é que pode assistir àquele “espectáculo”! E rimos mais um bocado, e dançámos bastante e voltámos a rir mais ainda… como se não houvesse amanhã!
Nunca bebemos em demasia, nunca nos deixámos ser enganadas por ninguém, nunca fizémos nada que não tivéssemos feito se tivessemos alguma supervisão parental! Apenas nos divertimos… e andámos no “eléctrico” que faz a subida à igreja do Bom Jesus… e andámos de baloiço nos parques infantis da cidade… e tirámos milhentas fotografias… e aproveitámos ao máximo aqueles dias!
Depois foi hora de voltar e regressámos sãs e salvas, mas a pensar que teríamos de repetir! Sem dúvida!
Nunca repetimos…
Hoje sonhei com esta viagem… hoje lembrei-me da S. mal acordei… hoje lembrei-me do quanto fomos felizes sem supervisão… hoje lembrei-me que adoro viajar… hoje decidi viajar… hoje decidi viajar sem supervisão…
Está decidido! Para mim viajar faz bem. Faz bem à alma, faz bem ao corpo, faz bem à mente!
Agora já temos Google Maps, e GPS nos telemóveis, e Tripadvisor também nos telemóveis, e já não corremos o risco de nos perdermos.
Portanto, “somewhere over the rainbow” here I go! :)

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Às vezes tenho medo

Setembro1

By: icanread

Às vezes tenho medo das pessoas!
Penso que já ninguém consegue ser pura e simplesmente amigo sem querer nada em troca. Por vezes dou por mim a pensar que se alguém me oferece um abraço, uma flor ou uma simples mensagem de carinho que pode haver algo por detrás dessa acção!
Às vezes tenho esse medo!
De confiar demasiado e de me “habituar” às pessoas que gosto e elas depois poderem fazer alguma coisa que me deixa completamente desarmada e ferida!
Às vezes não me apetece conhecer pessoas novas!
Nunca sei se são realmente sinceras ou se apenas querem parecer simpáticas para que as consideremos amigas e depois sacar-nos alguma informação!
Acho que isto já vem de trás, mas agora começo novamente a pensar nisso, porque acho que as pessoas são cada vez mais fúteis e egoístas e portanto, se têm algum sinal de carinho/amizade/simpatia só pode ser com segundas intenções.
Lembro-me perfeitamente quando isto começou… andava na universidade.
Uma pessoa com quem partilhei casa e quarto durante três anos, que julgava amiga e com quem partilhava alguns segredos desiludiu-me de tal maneira que só lembrar-me do nome dela me entristece. Quanto temos uma amiga com quem temos alguma cumplicidade e de um momento para o outro as mentiras são tantas, os ataques são constantes, as quase perseguições… enfim… simplesmente triste.
Lembro-me perfeitamente que foi aí que começou. Eu tinha a política que se usa nos tribunais “toda a gente é inocente até que se prove o contrário”. E acreditava (ainda acredito um bocadinho, vá!) que as pessoas são todas genuínas! Era incapaz de pensar mal de uma pessoa num primeiro encontro/apresentação, pensava sempre que “era genuinamente boa pessoa”.
Outra desilusão foi com uma amiga que estava ainda a conhecer mas já nos dávamos bem e a conversa era boa. Um dia fomos convidadas para uma festa em casa de uma amiga em comum, de quem esta “amiga/desilusao” até era próxima.
Pois que a rapariga não parou de me dizer mal de tudo, em jeito de confidência mas a por lenha na fogueira. Disse mal da casa, das pessoas, da comida, até da própria amiga em comum. Dei-lhe uma descasca e até hoje se houve qualquer aproximação!
Por isso às vezes tenho medo! De confiar demasiado nas pessoas! De ser enganada pelas pessoas!

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