Patarecas todos os dias, coquetes e sempre com quá quá a dizer/”quaquar” sobre tudo e sobre todas. E… todos! Quack! O resto é conversa… quá quá quá quá quá!
Que com tantas publicidades, do treinador e dos próprios jogadores da Selecção nacional, que eles quando estiverem em campo não vão fazer nada de jeito!
À semelhança das “bocas” que surjiram quando o Pauleta andava a correr pelos campos de São Miguel atrás do queijo-bola Terra Nostra e que depois quando entrava em campo era o que se via… depois do mundial e da fraca (esperemos que não!!) prestação portuguesas… a culpa vai ser do BES.
Sim… que além de toda a gente não conseguir aguentar já com a música dos Black Eyed Peas, já ninguém pode com o Queirós na publicidade…
Caramba! Ainda nem começaram os jogos e já ninguém os aguenta!!
Optei por ver este filme, na esperança que a História valesse além do desporto. Não me arrependi.
Nunca gostei muito de rugby… nunca percebi muito de rugby… sempre achei o rugby um desporto demasiado violento e sem nexo. No entanto arrisquei ver este filme, não só por ser do Clint Eastwood mas também pela inspiração de Nelson Mandela. Realmente um exemplo a seguir, a relembrar e para servir sempre de inspiração. Como é que alguém, depois de ter estado preso mais de 20 anos, consegue perdoar a quem o sentenciou a uma pena perpétua? Quem é que depois de tanto tempo preso, consegue sair sem a revolta intrínseca e com pulso para governar um país em conflito interno?
Um homem sábio que conseguiu unir um povo através do desporto, que conseguiu desvanecer o ódio e o racismo através de um emblema e que conseguiu transmitir esperança através das cores de uma equipa.
Não gostei muito das partes “desportivas” do filme… muito arranhão… muita cambalhota… algum sangue… posturas inexplicáveis… enfim rugby!
Mas gostei da história em si. Da união através do desporto.
Talvez algumas partes estivessem um pouco forçadas. Especialmente quando todos torciam pela equipa, no jogo final… mas Morgan Freeman esteve exemplar. Inclusive apanhou o “tiques” e algumas expressões que caracterizam o homem que ganhou o Prémio Nobel da Paz… quando tudo fez para isso mesmo… para levar a paz a um país em constante conflito.
Matt Damon apanhou o sotaque “estranho” e de misturas, apesar de um pouco apagado.
No geral… gostei, mas sem grande excitação.
Nem penses que vou gastar mais do meu limitado inglês para estabelecer contacto contigo! Vai ser em português e se quiseres usa o Google Translate para me responderes!
Olha meu menino… então uma pessoa fica aqui entusiasmada porque te vai ver ao vivo e a cores… porque vai ouvir a tua voz a pedir “please don’t stop the music”… porque já imaginava os gritinhos que ia dar ao ver-te assim… de perto… e tu fazes-me isto?!?
Já não te bastava despedaçar o coração das tuas fans quando na noite em que supostamente ias estar em palco, nos anunciaram que o mau tempo não te deixou chegar?
Já não te bastava saber que toda a gente esperou ansiosa para saber quando voltarias a pisar esta ilha?
Já não te bastava saber que as pessoas guardaram os bilhetes religiosamente, na esperança que viesses?
Olha… digo-te já, se pensas que és bom demais para vir aqui à ilha… porque vivemos no meio do mar e se calhar não teríamos as mordomias que um artista do teu gabarito exige, enganas-te!!
Sim, que vivemos no meio do oceano Atlântico mas não somos parvos!
E olha… só por causa disso escusas de cá vir com o “everlasting love”… ou outra música melosa qualquer que passa no youtube… porque daqui não levas mais nada!
Ah… e outra coisa, vou já trocar os meus bilhetes! Sim, que uma pessoa obrigou-se a vir a pé de casa e a almoçar porcarias, porque teve de poupar 50 mocas para te ir ver! Ai querias plateia?!? Agora olha… quando quiseres cá vir, somos nós que não te queremos cá!! E espero bem que quando vires as imagens dos Açores no youtube ou na televisão te arrependas amargamente por teres uma agência que te impede de visitar estas ilhas maravilhosas!
E olha, “what a difference a day made”, just because já não gosto tanto de ti!
(Agora vai lá… ao Google Translate… ver o que é que quero dizer com isto tudo!)
Precious vive com a mãe num pequeno apartamento onde são sustentadas pela Segurança Social. Com 17 anos, Precious tem peso a mais, está na escola mas pouco ou nada aprendeu. No Harlem dos anos 80, Precious está grávida pela segunda vez, do próprio pai que a abusava com o consentimento da mãe. Precious é expulsa da escola.
No entanto, apesar de tudo, uma professora encaminha-a para uma escola “alternativa”. Uma escola que ajuda a aprender a ler e a escrever. Relutante, e apesar dos maus-tratos da mãe (físicos e psicológicos), Precious inscreve-se nessa escola. Aí, juntamente com meia dúzia de colegas com dificuldades de aprendizagem, conseguem evoluir. A professora também ajuda. Toca-lhes nos “botões” certos… incentiva-os… ajuda-os…
À medida que vai aprendendo, Precious vai ganhando confiança… confiança para ler e escrever… confiança para contar os seus problemas… confiança para enfrentar a mãe.
Precious vai para o hospital para ter o bebé. A avó (que ajuda a mãe nos estratagemas para enganar a segurança social) é a única que a visita no hospital, juntamente com os colegas e a professora. O enfermeiro John (A.K.A. Lenny Kravitz, que para primeiro papel no cinema está óptimo… e giro!) ajuda-a.
Precious vai para casa da mãe que ao ver o bebé se lembra de como a criança é parecida com o pai/avô. Maltrata o neto e a filha, que ganha coragem e enfrenta fisicamente a mãe!
É a professora que a ajuda e encontrar um caminho… uma casa…
A mãe vai vê-la para lhe dizer que o pai morreu e que tinha sida.
Depois de aconselhar a mãe a ir ao médico, Precious descobre que tem o vírus e nem os colegas nem a professora conseguem segurar a raiva e a frustração que sente.
A mãe, insiste com a assistente social (Mariah Carey muito bem disfarçada e muito competente!!!) para que a filha volte apesar de tudo. A assistente social tenta descobrir os abusos que se passaram durante toda a vida de Precious. Desde os três anos, que o pai abusava dela. Desde os três anos que a mãe explicou que o permitia para garantir que o marido não a deixava!
A mãe levou a primeira filha de Precious para o “reencontro”. Uma menina com trissomia 21, que não vivia com elas.
Num gesto de coragem… Precious diz que tem a vida à sua frente… pensa inclusive na universidade… pega nos dois filhos e diz à mãe que nunca mais a vai ver.
Sai feliz pela porta da Segurança Social.
Um filme cruel e violento, com personagens bem fundamentadas e que ganham profundidade ao longo da trama. O Óscar de melhor actriz secundária para Mo’nique (a mãe “malvada”) foi bem entregue.
Mariah Carey, quase irreconhecível esteve excelente e “verdadeira”. Também Lenny Kravitz esteve à altura.
Gostei!
Bem sei que já se apanham uns raios de sol por esta ilha fora, finalmente!
Bem sei que já apetece ir para a praia apanhar solinho!
Bem sei que nas espalanadas já se bebem umas cervejolas!
Bem sei que já apetece fazer churrascadas à beira da estrada!
Bem sei que daqui a nada vão começar as festas de Verão!
Bem sei que agora o que apetece é pensar nas férias!
Bem sei que agora já se pensar em fazer viagens a outras ilhas de barco!
Bem sei que já apetece andar de vestidinhos curtos e mini-saia!
Bem sei que já apetece andar de calças brancas… daquelas tipo linho…
Mas… please…
Meninas, senhoras, pexenas, raparigas desta ilha…
Quando se usam calças de linho brancas, NÃO SE DEVE USAR CUECAS PRETAS!!!
Primeiro fica foleiro e depois toda a gente fica a saber que usam cuequinhas da avó!!
Por alguma razão se chama “cor da pele” ao beje… se é “cor da pele” é porque não se nota!
Mas será que os meninos, senhores, pexenos, rapazes desta ilha gostam destas coisas?!?
Há lá coisa mais “duvidosa” do que ver uma senhora (já nem descrevo o facto de usar um 48 e tentar vestir umas calças brancas de linho número 40…) a usar lingerie ou cuecas pretas por debaixo de umas imaculadas calças?!?
Ou então sou eu que não consigo acompanhar (ou ver, já agora!) certas modas!!
Porque apesar de ser feriado… a cabeça anda às voltas!
Porque temos todos um pouco de “pressure” de um lado ou de outro!
Porque temos tanto em que pensar!
Porque ao fazermos contas à vida nos apetece fugir!
Porque amanhã ainda é dia de trabalho, antes do fim de semana!
Porque sabe bem cantar esta música a gritar!
Porque há dias em que nem queremos pensar se os vizinhos nos ouvem!
Porque tem boa batida!
Porque já não ouvia há muito tempo!
Porque me apetece cantar no duche!
Bom feriado!
Mas tanto tanto… fazer um pic-nic na praia. Assim, ao final do dia… com uma manta estendida na areia e outra para pôr pelas costas quando começasse a ficar frio…
Um pic-nic só com coisas boas. Uns bolinhos… um champanhe… uns morangos… chantilly…
Hoje dei por mim a querer também um espaço só meu! (De preferência onde as portas do guarda-fatos sejam finas o suficiente para levar as pegas do IKEA para pendurar as malas!!)
Como há muito tempo não acontecia… hoje deu-me um apetite “familiar”… com vontade de comprar roupas de bebé e bercinhos e ursinhos… e muitas coisas acabadas em “inho”. Talvez por ter lido que esta menina vai ser mamã e por ter ficado entusiasmada com a notícia (apesar de não a conhecer pessoalmente)… talvez porque ultimamente parece que todos os blogs que costumo seguir decidiram “engravidar”! Talvez porque adoro bebés… Talvez porque os meus “sobrinhos” mais próximos de mim já estejam a ficar grandes e não precisam de colinho… Talvez… o relógio biológico esteja a adiantar-se…
De qualquer maneira… hoje apetecia-me tanto…