Oh God!
Acabo de chegar a casa vinda do Parque Atlântico!
Estou incomodada!
Nos corredores do segundo piso do centro comercial, uma menina com uns 5 ou 6 anos, gritava desalmadamente ao mesmo tempo que dizia “o meu pai… o meu pai…”.
A miúda chorava baba e ranho, literalmente!
Eis que os fantásticos seguranças, dois para ser mais precisa, se encaminhavam calmamente para junto da “ocorrência”.
Uma senhora já estava entretanto a tomar conta do “caso” e, grávida e a carregar o seu bebé de colo, lá estava a tentar obter informações da miúda e perguntava-lhe:
“Mas onde é que ele estava?” “E tu onde estavas?” “Vá tem calma!”
Nisto, chegam os seguranças junto da miúda e eis que surge a pergunta do ano:
“ONDE É QUE ESTÁ O TEU PAI?”
Bem sei que alguém perder-se no Parque Atlântico é tipo perder-se numa loja da ZARA. Mas pronto uma miúda ainda percebo. Não percebo bem é o pai daquela criança que nem deu por ela! Mas enfim.
Agora pergunto:
Mas que raio de sensibilidade é este destes seguranças?!? Será que eles têm de frequentar algum curso de perguntas básicas?!? Será que estão sequer habilitados para resolver este tipo de situação?!?
No fim, lá foi a senhora grávida, com um bebé ao colo, levar a criança às informações!
Já nem falo no facto do Parque Atlântico ter pulseirinhas para crianças traquinas que adoram fugir de junto dos pais, ou para dar segurança àqueles pais que não prestam atenção às suas crianças.
| Quackado por Bia Alegria | Patarequices: Outros |